segunda-feira, 4 de maio de 2009
E era tudo brinks.
E porque tenho parente - que eu só vejo no Natal - que trabalha no mesmo lugar.
Ainda por cima fui pra aula que eu não vou há um mês na faculdade. Era prova e eu não sabia.
Gesus tá de brinks comigo.
Só porque "disseram" que meus posts não passam de três linhas.
ASSUNTO 1: GRIPE SUÍNA.
fonte:(impossível eleger uma fonte, vai, qualquer portal aleatório terá isso na primeira página)
(pessoa no msn) diz:
hum
hauhauha
qd eu espirro eu falo: ACABEI DE VOLTA DO MEXICO
hauhauaha
o povo fica me olhando: ham?
ahuahauh
BRASIL, o país da sacanagem até mesmo com pandemias mundiais. =D
ASSUNTO ALEATÓRIO 2 : FARMÁCIA PÚBLICA DE SP VENDE REMÉDIO PARA MORTO E PÍLULA PARA HOMEM.
fonte: g1.globo.com
Medicamento entregue quase de graça é pago com dinheiro público.
Ministério Público investiga fraude em cidades do interior paulista.
COMENTÁRIO 1: BRASIL, UM PAÍS DE TODOS.
COMENTÁRIO 2: O pior é que FAZ TEMPO que chegamos ao ponto de achar isso engraçado =D
COMENTÁRIO 3: Sim, eu ri pensando no safado que vai buscar anticoncepcional na farmácia com a maior cara de pau do mundo.
Amanhã (ou depois) eu continuo com a Saga.
domingo, 3 de maio de 2009
A vida é bela (2)
Na manhã do outro dia, uma proposta de estágio mágica: remuneração alta e promessa de pouco serviço a fazer. Ah, e a "tiadamiga" trabalha no RH.
Até o meu time ganhou o campeonato =D
quinta-feira, 30 de abril de 2009
Laura brasileira
Bruce Sterling é um escritor, e dos meus preferidos, e que junto a William Gibson, considerado por mim um mestre, criou a fantástica obra “The Difference Engines” e deu início ao movimento literário steampunk. Isso foi em 1991. Mas isso não importa agora. Stering é lembrado como um dos únicos autores do subgênero o qual ajudou a criar, o cyberpunk, a escrever personagens incrivelmente ingênuos, que lutam por princípios e ideologias as quais são fortemente apegados, além de disponibilizarem de um incomum senso de moralidade.
Talvez seja por isso, que no início de “Piratas de Dados”, Laura Webster, ao tropeçar em um fio camuflado pelas areias da praia na qual corria, tomada por um sentimento de raiva e indignação, o investigasse e tentasse tirá-lo da sua praia, para que nenhum turista desavisado tivesse o mesmo destino que ela. Ela puxa o fio, que originava de um videocassete exposto a 20 anos de maresia, sais e outros elementos naturais, e retira o objeto da areia. Chama então por uma lata de lixo, que prontamente dirige-se à jovem executiva e recebe dela a velha sucata. O receptáculo agradece a moça pela sua boa ação e pergunta se ela desejaria receber a recompensa por manter a praia limpa. Laura responde prontamente que não, que a lata deixasse a quantia para os turistas.
O que mais me chamou a atenção nesse trecho não foi nada relacionado à história em si, apesar de ser uma passagem até engraçada se você imaginá-la, principalmente pela lata de lixo andante e falante. O meu ponto é que Laura, usuária, por assim dizer da praia futurista em questão, em dois momentos pensa não nela, mas sim nos turistas que visitariam o local. Mesmo que não fossem citados o sobrenome da personagem nem o nome do autor do livro, poderíamos facilmente concluir que Laura não era, nem jamais poderia ser, brasileira. E a praia futurista em questão, não poderia de forma alguma ser no Brasil.
Primeiro, por que uma lata de lixo semisentiente, com rodas, voz engraçada e que distribui recompensas em dinheiro jamais funcionaria nesse país. Fosse agora, em 2009, fosse em 2023, ano em que se passa o livro. No Brasil, “lata de lixo” assim chamado por Laura, receberia outro nome, provavelmente um bizarro, e não duraria mais do que uma semana funcionando. Ou seria destruído, jogado ao mar, enterrado na areia pelos brasileiros, ou simplesmente roubado para que suas peças fossem vendidas. Talvez, se tivesse a sorte de ser roubado por um dono inteligente – e existem brasileiros assim, sério. Principalmente para fazer alguma tramóia – que o reprogramaria para receber todo o dinheiro do robô.
Segundo que Laura, se brasileira, jamais retiraria o videocassete dali. Ao menos, não pensando no bem estar dos turistas. Laura brasileira o deixaria ali ou o camuflaria ainda mais aumentando assim as chances de pegar um turista desavisado. E provavelmente ficaria parada ali, sem nada fazer, esperando que a sua primeira vítima tivesse o mesmo fim que ela teve anteriormente. E depois riria ao presenciar a cena.
É o que eu faria.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
A vida é bela
Estava eu, em casa, com a cabeça cheia de problemas e preocupações, frustrada, provavelmente não dormiria tão cedo.
Eis então que ouço, distante, na rua, uma voz solitária que esbraveja, alto e com orgulho (provavelmente sob o efeito da caninha marvada):
"AAAAAAAAAAAH! HAHAHAHA!"
De repente, a inspiração que eu precisava para o FODA-SE. E a vida é bela novamente.

