Não é o tipo de coisa que eu gosto de pensar, mas quando músicas surgem do nada no seu HD sem ter a menor idéia de como ela veio parar aqui, você acaba tendo de ceder às considerações aleatórias que um início de ano ainda tedioso trás a você.
Ainda preciso de tempo para organizar o que ainda falta ser organizado, que é muita coisa. E tempo eu tenho. E porque não faço? Por que preguiça eu também tenho.
Porque eu dedicaria o primeiro post do ano para o Steve Tyler? Eu jamais faria isso se em plenas faculdades mentais, e eu, pode ter certeza, estou em minhas plenas faculdades mentais. A resposta para a pergunta que fica é de uma força comparativamente menor e que não consegue se manter de pé, mas é a pura verdade. É que esse não é um post sobre o Steve Tyler. Nunca foi, nunca será. Nada contra, mas se eu fosse dedicar a alguém um post, teria de começar por mestres e deuses. Page, Plant, Jones, Bonzo. Isso só na música. Isso só numa banda.
Não é verdade, skinhead?
Enquanto isso, cantemos pelas risadas, cantemos pelos momentos, porque me recuso a cantar pelas lágrimas. Cantemos pelos anos, os que já foram e os que ainda vem. Rock n roll, de preferência.


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