Usem-no com sabedoria.
Tipo para postar que o uniforme do atual emprego abriu uma gama de possibilidades incríveis para situações de assédio sexual por parte de seus superiores
ou
"CARAS ACHEI O CAMINHÃO DA BRINKS RSRSRS"
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Começe sua semana com
A diz:
Segunda-feira hoje promete ser louca
CyberElvis diz:
Todas as segundas-feiras deveriam ser loucas
A diz:
Sua definição de louca?
CyberElvis diz:
Você falta a aula, pega o carro fodão do seu pai/tio/amigo/pai do amigo e vai para um desfile. Twist and Shout começa a tocar no alto-falante do mundo.

http://www.youtube.com/watch?v=YfrLFX96HUs
Era para você clicar na imagem e ir para o vídeo, mas tipo, não deu certo. Então, sabe, foda-se.
Segunda-feira hoje promete ser louca
CyberElvis diz:
Todas as segundas-feiras deveriam ser loucas
A diz:
Sua definição de louca?
CyberElvis diz:
Você falta a aula, pega o carro fodão do seu pai/tio/amigo/pai do amigo e vai para um desfile. Twist and Shout começa a tocar no alto-falante do mundo.
http://www.youtube.com/watch?v=YfrLFX96HUs
Era para você clicar na imagem e ir para o vídeo, mas tipo, não deu certo. Então, sabe, foda-se.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Não sei se rio, se choro ou
se consulto a legislação americana.
Tudo começou com a minha mania infeliz de googlear pessoas. Não só seus nomes completos, como também seus nicks e emails. Por exemplo: se meu email fosse visforvadia@pueblodepojoaque.com, eu googlearia "visforvadia", porque esse é normalmente o nome de usuário da pessoa em outras mídias sociais. Sempre acho alguma coisinha.
Eis que meu futuro chefe (meu e da companheira Natasha, aliás), me manda um OLÁ DO NOVO MEXICO de seu email pessoal. Minha descoberta é boa demais para ser descrita, então deixo-vos com a beleza de uma série de prints.

apaguei o resto pra fingir que alguém além de nós mesmos lê o blog

procedimento tecnico-cientifico utilizado na investigação

precisa falar mais alguma coisa?
É... esse ai é dos meus. Ai que loucura!
Tudo começou com a minha mania infeliz de googlear pessoas. Não só seus nomes completos, como também seus nicks e emails. Por exemplo: se meu email fosse visforvadia@pueblodepojoaque.com, eu googlearia "visforvadia", porque esse é normalmente o nome de usuário da pessoa em outras mídias sociais. Sempre acho alguma coisinha.
Eis que meu futuro chefe (meu e da companheira Natasha, aliás), me manda um OLÁ DO NOVO MEXICO de seu email pessoal. Minha descoberta é boa demais para ser descrita, então deixo-vos com a beleza de uma série de prints.



É... esse ai é dos meus. Ai que loucura!
domingo, 8 de novembro de 2009
é, de certa maneira
Eu diz: (ou digo) ((enfim, ))
*fez o que tinha que fazer?
Indivíduo diz:
*ja
*to comendo agora
*mal almocei hoje
Eu diz:
*massa
*digo, não é massa tu não ter almoçado
*pq é importante almoçar
*pelo menos pras pessoas que não são gordas
*que não é teu caso
*e é legal comer comidas saudáveis
*ah, tu entendeu
Indivíduo diz:
*sim sim
*risos
Eu diz:
*to desenhando uma laranja
*preciso reproduzir a textura dela perfeitamente
*ou pelo menos de maneira considerávelmente aceitável
Indivíduo diz:
*coincidência to comendo uma laranja agora
*com coca light
*e depois vo comer hersheys
*2 deles
*mas não todos
*uma fileirinha de branco
*e outra de preto
*mas só por não ter almoçado hoje, se não nem comia os chocs
Três pontos a se considerar:
1- a audácia de escrever risos ao invés de "rs"; ou "hahaha"; "huahauhauahu"; ou "KAPOIFSQKIAOPSFAS"
2- A Coca Light realmente tornou tudo mais saudável naquela refeição.
3- Vocês mulheres tem uma noção de saudável realmente interessante, em dados momentos.
Bonus round: chocs é bonitinho. Gostei. De uma maneira completamente masculina, tipo, fofinho-macho.
Isso foi só pra dizer que o blog não morreu, que ainda estou aqui, e que um post sobre o baile funk do pensamento masculino eventualmente verá a luz do dia. E tinha outra coisa pra postar aqui, que prometi que faria, por livre e espontânea sugestão de terceiros, mas não lembro o que era. Devia ser importante, pq só esqueço de coisas importantes, se fosse inútil eu lembraria. enfim
*fez o que tinha que fazer?
Indivíduo diz:
*ja
*to comendo agora
*mal almocei hoje
Eu diz:
*massa
*digo, não é massa tu não ter almoçado
*pq é importante almoçar
*pelo menos pras pessoas que não são gordas
*que não é teu caso
*e é legal comer comidas saudáveis
*ah, tu entendeu
Indivíduo diz:
*sim sim
*risos
Eu diz:
*to desenhando uma laranja
*preciso reproduzir a textura dela perfeitamente
*ou pelo menos de maneira considerávelmente aceitável
Indivíduo diz:
*coincidência to comendo uma laranja agora
*com coca light
*e depois vo comer hersheys
*2 deles
*mas não todos
*uma fileirinha de branco
*e outra de preto
*mas só por não ter almoçado hoje, se não nem comia os chocs
Três pontos a se considerar:
1- a audácia de escrever risos ao invés de "rs"; ou "hahaha"; "huahauhauahu"; ou "KAPOIFSQKIAOPSFAS"
2- A Coca Light realmente tornou tudo mais saudável naquela refeição.
3- Vocês mulheres tem uma noção de saudável realmente interessante, em dados momentos.
Bonus round: chocs é bonitinho. Gostei. De uma maneira completamente masculina, tipo, fofinho-macho.
Isso foi só pra dizer que o blog não morreu, que ainda estou aqui, e que um post sobre o baile funk do pensamento masculino eventualmente verá a luz do dia. E tinha outra coisa pra postar aqui, que prometi que faria, por livre e espontânea sugestão de terceiros, mas não lembro o que era. Devia ser importante, pq só esqueço de coisas importantes, se fosse inútil eu lembraria. enfim
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Descobertas que destróem a infância.
Inspirado no post anterior:
AMOR ESTRANHO AMOR

Eu tenho um irmão que já decorou o diálogo inteiro da Xuxa com o moleque. Tá, eu admito, eu acho que também lembro da maior parte. Mas não queria. Hoje eu acho graça, e na verdade, na hora, eu também acheI. Só que, no fundo, eu senti que uma parte da infancia fora destroçada sem dó. É a XUXA fazendo porn com uma criança. E, se duvidar, na "versão do diretor" ela pega até a Vera Fischer. Ok, próximo!
TURMA DA MÔNICA JOVEM

A turminha cresceu. Virou mangá. Ok, foi só o Mauricio de Sousa que conheceu as DORGRAS. Vai lá, até ficou bonitinho! Mas não foi só isso. Eu juro que eu não sabia se o pior era o Cascão ter tomado banho ou a Mônica ter dado uns catos no Cebolinha. O desempate foi decidido pelo SQUIDUM DUM DUM desta cena.
-x-
E ao final de tudo isso poderíamos pensar: a infância nao se resume apenas a TV e gibi! É, claro que não. Não preciso nem listar os hits da infância anos 80-90 porque provavelmente todo mundo já recebeu uns 30 e-mails idênticos que falam sobre isso. O que eu quero dizer é que, acima da tudo, a infância é marcada pelas lembranças sobre a sua própria vida naquela época. Seu colégio, suas férias de verão, seu amiguinhos. Com alguns deles você mantém amizade até hoje; outros, com o tempo e a distância, naturalmente, se separam - mas você o tem no seu orkut, provavelmente porque o filho da mãe queria somar mais número de amigos. E tem aqueles últimos que você acha no álbum de fotos antigo. É você e a sua amiguinha do prezinho de mãos dadas e felizes, posando para a foto. Muitas lembranças boas. Foi uma amiga tão especial que me lembrei facilmente do seu nome completo. E fiz o que não devia: GOOGLEEI.
Todos os paradigmas sobre infância destruída são quebrados no exato momento em que você se depara com um resultado de busca parecido com este:
"Uniondale New York Adult Chatrooms
Nitin Prabhu And Deutsche Bank Hornell Ny Bigest City Autumn Haze GANGBANGSQUAD FREE [NOME DA COLEGUINHA] ADULT Sweepstakes"
Pior ainda é colar isso pros outros. E um deles te responder prontamente: "MASSA".
AMOR ESTRANHO AMOR
Eu tenho um irmão que já decorou o diálogo inteiro da Xuxa com o moleque. Tá, eu admito, eu acho que também lembro da maior parte. Mas não queria. Hoje eu acho graça, e na verdade, na hora, eu também acheI. Só que, no fundo, eu senti que uma parte da infancia fora destroçada sem dó. É a XUXA fazendo porn com uma criança. E, se duvidar, na "versão do diretor" ela pega até a Vera Fischer. Ok, próximo!
TURMA DA MÔNICA JOVEM
A turminha cresceu. Virou mangá. Ok, foi só o Mauricio de Sousa que conheceu as DORGRAS. Vai lá, até ficou bonitinho! Mas não foi só isso. Eu juro que eu não sabia se o pior era o Cascão ter tomado banho ou a Mônica ter dado uns catos no Cebolinha. O desempate foi decidido pelo SQUIDUM DUM DUM desta cena.
-x-
E ao final de tudo isso poderíamos pensar: a infância nao se resume apenas a TV e gibi! É, claro que não. Não preciso nem listar os hits da infância anos 80-90 porque provavelmente todo mundo já recebeu uns 30 e-mails idênticos que falam sobre isso. O que eu quero dizer é que, acima da tudo, a infância é marcada pelas lembranças sobre a sua própria vida naquela época. Seu colégio, suas férias de verão, seu amiguinhos. Com alguns deles você mantém amizade até hoje; outros, com o tempo e a distância, naturalmente, se separam - mas você o tem no seu orkut, provavelmente porque o filho da mãe queria somar mais número de amigos. E tem aqueles últimos que você acha no álbum de fotos antigo. É você e a sua amiguinha do prezinho de mãos dadas e felizes, posando para a foto. Muitas lembranças boas. Foi uma amiga tão especial que me lembrei facilmente do seu nome completo. E fiz o que não devia: GOOGLEEI.
Todos os paradigmas sobre infância destruída são quebrados no exato momento em que você se depara com um resultado de busca parecido com este:
"Uniondale New York Adult Chatrooms
Nitin Prabhu And Deutsche Bank Hornell Ny Bigest City Autumn Haze GANGBANGSQUAD FREE [NOME DA COLEGUINHA] ADULT Sweepstakes"
Pior ainda é colar isso pros outros. E um deles te responder prontamente: "MASSA".
sábado, 10 de outubro de 2009
O pior emprego do mundo
Alguém já deve ter visto aquele programa que mostra os piores empregos do mundo. Ou viu no Fantástico, sei lá, pq o Fantástico tem o costume de passar uma porrada de programas e resumi-los em apenas 5 minutos. Quem viu Caçadores de Mito, produção com aproximadamente 50 minutos + comerciais, ser reduzido à 5min e narrado pelo Tuco da Grande Família sabe do que eu to falando.
Eu nunca vi esse programa, pra falar a verdade. Mas lembro de umas de suas chamadas nele. Numa delas tinha um cara limpando merda de elefante. Uma droga de emprego, realmente, uma droga pois odeio repetições, se não falava merda. Mas seriam duas repetições, e prefiro evitar isso. Até por que outra das chamadas que eu vi mostravam outro emprego, e esse também era uma merda. O emprego do indivíduo era triste, ele limpava os caminhões de sugão, ou seja lá qual for o nome. Basicamente, ele fazia o pior do pior serviço possível. Ele limpava a merda do caminhão que limpava a merda. Ele é tipo, o trainee do estagiário da secretária.
Mas há empregos piores, disso eu tenho certeza. Pq limpar merda é um negócio, digamos, digno, se você tem carteira assinada e coisa e tal. Mas o emprego que eu pensei recentemente é um dos piores possíveis, e isso pois você não pode expressá-los com outras palavras que não aquelas exatas que exemplificam o trabalho. Por exemplo, o limpador de merda poderia dizer, numa mesa de bar, no meio da balada, whatever, ao conhecer a cocotinha lvl 83 que, dentre outras coisas, "faço manutenção geral de veículos de grande porte para serviços essenciais". Isso da pra disfarçar. Só que nesse emprego que acabei de ver não.
A mulher só pode falar uma coisa: "Ah, eu sou dubladora" Legal, deu pra disfarçar. Mas como essa é uma profissão que desperta a curiosidade, inevitavelmente o terceiro vai perguntar: "Que massa, mas quem você já dublou?" Ai é que fode.
Ai que fode mesmo. Pq essa mulher é dubladora de Cine Band Privê. Ela dubla a Emanuele. Sim, a mina que viaja o mundo, o espaço e o futuro transando com homens, mulheres, alienígenas. Imagina falar pro seu pai ou mãe "Mãe, consegui um novo emprego, vou dublar uma personagem bem conhecida" "Que bom filha, quem?" "A Emanuele, daqueles pornos pra quem tá no início de puberdade que passam na Band, legal, né?" "Eu te deserdo", diz o pai.
Essa mulher dublou aquelas canastrices, e pior que isso, dublou para o belíssimo português carioquês. "Max é meixmu?" Talvez, dependendo do indivíduo, ele possa ser transportado para o baile funk.
Se ele não for, ela vai ter que apelar para outros de seus trabalhos. Um destes foi um trabalho clássico, e ai mora outro problema. Pq não é qualquer um que sobreviveria mentalmente após as próximas palavras dela: "Ah, eu também dublei a Cheetara"
A Cheetara é clássica, eterna, provavelmente uma das primeiras personagens femininas que um guri simpatizaria. E apenas isso. Espero que ninguém tenha participado de bailes funk com a Cheetara. Ninguém que eu conheço, espero. Enfim, ela era massa. Descia o cacete com um bastão. O bicho cinza precisava de nuchakus e um tanque. O Lion-O precisava de uma espada, e uma espada que crescia. E eu realmente vou parar por aqui, pois já me falaram que Thundercats era uma parábola à adolescência. Não ouvi a teoria toda, levei as mãos aos ouvidos, fechei os olhos e sai de perto. Não aguentaria aquilo. Continuando...
E porra, a dubladora da Cheetara ser a mesma da Emanuelle fode com qualquer infância.

Só não fudeu com a minha pq infelizmente ja tive o desprazer de conhecer o hentai do Chaves.
Eu nunca vi esse programa, pra falar a verdade. Mas lembro de umas de suas chamadas nele. Numa delas tinha um cara limpando merda de elefante. Uma droga de emprego, realmente, uma droga pois odeio repetições, se não falava merda. Mas seriam duas repetições, e prefiro evitar isso. Até por que outra das chamadas que eu vi mostravam outro emprego, e esse também era uma merda. O emprego do indivíduo era triste, ele limpava os caminhões de sugão, ou seja lá qual for o nome. Basicamente, ele fazia o pior do pior serviço possível. Ele limpava a merda do caminhão que limpava a merda. Ele é tipo, o trainee do estagiário da secretária.
Mas há empregos piores, disso eu tenho certeza. Pq limpar merda é um negócio, digamos, digno, se você tem carteira assinada e coisa e tal. Mas o emprego que eu pensei recentemente é um dos piores possíveis, e isso pois você não pode expressá-los com outras palavras que não aquelas exatas que exemplificam o trabalho. Por exemplo, o limpador de merda poderia dizer, numa mesa de bar, no meio da balada, whatever, ao conhecer a cocotinha lvl 83 que, dentre outras coisas, "faço manutenção geral de veículos de grande porte para serviços essenciais". Isso da pra disfarçar. Só que nesse emprego que acabei de ver não.
A mulher só pode falar uma coisa: "Ah, eu sou dubladora" Legal, deu pra disfarçar. Mas como essa é uma profissão que desperta a curiosidade, inevitavelmente o terceiro vai perguntar: "Que massa, mas quem você já dublou?" Ai é que fode.
Ai que fode mesmo. Pq essa mulher é dubladora de Cine Band Privê. Ela dubla a Emanuele. Sim, a mina que viaja o mundo, o espaço e o futuro transando com homens, mulheres, alienígenas. Imagina falar pro seu pai ou mãe "Mãe, consegui um novo emprego, vou dublar uma personagem bem conhecida" "Que bom filha, quem?" "A Emanuele, daqueles pornos pra quem tá no início de puberdade que passam na Band, legal, né?" "Eu te deserdo", diz o pai.
Essa mulher dublou aquelas canastrices, e pior que isso, dublou para o belíssimo português carioquês. "Max é meixmu?" Talvez, dependendo do indivíduo, ele possa ser transportado para o baile funk.
Se ele não for, ela vai ter que apelar para outros de seus trabalhos. Um destes foi um trabalho clássico, e ai mora outro problema. Pq não é qualquer um que sobreviveria mentalmente após as próximas palavras dela: "Ah, eu também dublei a Cheetara"
A Cheetara é clássica, eterna, provavelmente uma das primeiras personagens femininas que um guri simpatizaria. E apenas isso. Espero que ninguém tenha participado de bailes funk com a Cheetara. Ninguém que eu conheço, espero. Enfim, ela era massa. Descia o cacete com um bastão. O bicho cinza precisava de nuchakus e um tanque. O Lion-O precisava de uma espada, e uma espada que crescia. E eu realmente vou parar por aqui, pois já me falaram que Thundercats era uma parábola à adolescência. Não ouvi a teoria toda, levei as mãos aos ouvidos, fechei os olhos e sai de perto. Não aguentaria aquilo. Continuando...
E porra, a dubladora da Cheetara ser a mesma da Emanuelle fode com qualquer infância.
Só não fudeu com a minha pq infelizmente ja tive o desprazer de conhecer o hentai do Chaves.
sábado, 3 de outubro de 2009
cold ice motherfucker
Aprendemos até, aproximadamente, o primeiro ou segundo ano do ensino médio, que existe calor e frio. Quem disse isso foram nossos pais, amigos, avós, tias professoras, tias tias, professoras de ginásio, aquele único professor do ginásio que você teve.
E nós, por conta própria, aprendemos que existe calor e por conseguinte, existe frio. Tipo, um é a contraposição do outro. Maniqueísmo-like. A-Z, 0-9, vermelho e azul. Um existe para validar a existência do outro. E foram muitas repetições de existência nesse parágrafo, eu sei.
Mas elas vão acabar. E porque chegamos no ensino médio. Que é quando chega um filho da puta de um professor de física e diz que frio não existe, que estávamos errados, fomos ensinados errados, somos burros, e que o que existe é a ausência de calor. Aí, nos dias que seguem, você não pode mais falar que sente frio ou coisas parecidas. Você acorda as 6 da manhã em um inverno, pega um casaco, não é o bastante, pensa consigo mesmo. Pega outro. E mais outro. Pronto, pode sair e pegar um busão pra aula. Talvez você tenha sorte e vá de carro. Ai, chegando no colégio, aproximando-se da rodinha de amigos, abrindo e tomando seu próprio espaço até que enfim, você entra na roda ao lado de Zé e Jão. Eles se viram pra você e dizem: "frio hoje, não". Você assente.
Ai chega um filho da puta e fala: "Frio não existe. É a ausência de calor". Ai você manda esse amigo tomar no cu. Duas vezes. Pq você não pode falar isso para o professor de física.
Eu digo que os dois estavam errados. Os dois filhos de suas respectivas mães-putas. Porque frio existe sim, força de expressão ou não, vício de linguagem ou não. E eu digo isso com a maior autoridade, pois, recentemente, presenciei não a transferência de calor de um corpo para o outro, mas sim a transferência de frio do nada para um corpo. É um tipo de sensação interessante, que eu pensei que teria antes de pular de paraquedas, mas lá eu só fiquei com um sorriso retardado. Eu queria estar com um sorriso retardado quando li aquelas palavras. Na real, eu to rindo agora. Mas na hora fiquei branco. Eu comentei que senti naqueles exatos três segundos que sucederam a frase um frio se alojar dentro de mim e forçar um e apenas um pensamento. Um pensamento brasileiríssimo, e talvez, universal. Mas explicado com uma expressão em inglês.
WTF
W-T-F
WHAT THE FUCK
O tempo que você levou pra ler essas linhas foi o mesmo que eu tive para reprocessar três vezes a informação. Como quando pulei de 4000 pés de altura, um segundo virou um minuto ou mais. Só que diferente do pulo, não pensei em mil coisas ao mesmo tempo, quanto mais cheguei à conclusões. Cheguei a uma dúvida.
Cara, isso não se faz. Isso definitivamente não se faz.
Lésbicas só são legais na ficção.
Encerro com uma obra FICCIONAL que só a internet poderia nos proporcionar:
E nós, por conta própria, aprendemos que existe calor e por conseguinte, existe frio. Tipo, um é a contraposição do outro. Maniqueísmo-like. A-Z, 0-9, vermelho e azul. Um existe para validar a existência do outro. E foram muitas repetições de existência nesse parágrafo, eu sei.
Mas elas vão acabar. E porque chegamos no ensino médio. Que é quando chega um filho da puta de um professor de física e diz que frio não existe, que estávamos errados, fomos ensinados errados, somos burros, e que o que existe é a ausência de calor. Aí, nos dias que seguem, você não pode mais falar que sente frio ou coisas parecidas. Você acorda as 6 da manhã em um inverno, pega um casaco, não é o bastante, pensa consigo mesmo. Pega outro. E mais outro. Pronto, pode sair e pegar um busão pra aula. Talvez você tenha sorte e vá de carro. Ai, chegando no colégio, aproximando-se da rodinha de amigos, abrindo e tomando seu próprio espaço até que enfim, você entra na roda ao lado de Zé e Jão. Eles se viram pra você e dizem: "frio hoje, não". Você assente.
Ai chega um filho da puta e fala: "Frio não existe. É a ausência de calor". Ai você manda esse amigo tomar no cu. Duas vezes. Pq você não pode falar isso para o professor de física.
Eu digo que os dois estavam errados. Os dois filhos de suas respectivas mães-putas. Porque frio existe sim, força de expressão ou não, vício de linguagem ou não. E eu digo isso com a maior autoridade, pois, recentemente, presenciei não a transferência de calor de um corpo para o outro, mas sim a transferência de frio do nada para um corpo. É um tipo de sensação interessante, que eu pensei que teria antes de pular de paraquedas, mas lá eu só fiquei com um sorriso retardado. Eu queria estar com um sorriso retardado quando li aquelas palavras. Na real, eu to rindo agora. Mas na hora fiquei branco. Eu comentei que senti naqueles exatos três segundos que sucederam a frase um frio se alojar dentro de mim e forçar um e apenas um pensamento. Um pensamento brasileiríssimo, e talvez, universal. Mas explicado com uma expressão em inglês.
WTF
W-T-F
WHAT THE FUCK
O tempo que você levou pra ler essas linhas foi o mesmo que eu tive para reprocessar três vezes a informação. Como quando pulei de 4000 pés de altura, um segundo virou um minuto ou mais. Só que diferente do pulo, não pensei em mil coisas ao mesmo tempo, quanto mais cheguei à conclusões. Cheguei a uma dúvida.
Cara, isso não se faz. Isso definitivamente não se faz.
Lésbicas só são legais na ficção.
Encerro com uma obra FICCIONAL que só a internet poderia nos proporcionar:
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