sábado, 3 de abril de 2010

Eu tenho o Poder Absoluto.

Eu não pensei em nenhuma maneira especial de começar esse post. Eu não quebrei a cabeça pra bolar ele, e nem queria fazê-lo a tanto tempo e estava tão preocupado com a qualidade que tinha receio de começar de vez.

Na verdade, eu pouco ligo. Na verdade, anunciei no post anterior a existência dessa possibilidade porque nada tinha para fazer.

E o post saiu, e simplesmente, saiu espontâneo. Sem edições, na integra. Diferente do Big Brother.

Quando fui hoje de madrugada pegar um copo de coca na geladeira, de repente me veio na cabeça o quanto o Bonifácio tem cara de perdedor. O Boni, Boninho.

É. Esse é o nome dele. José Bonifácio.

E quando ele era criança ele apanhava pra caralho no colégio. Ele nunca disse isso, mas eu tenho certeza. Porque só assim pra ele crescer e virar um ser que se acha um ente que se acha importante mas na verdade é um merda.

Quando ele apanhava, uma roda se reunia em volta dele, que caído no chão, recebia chutes, pontapés e mata-leões. E gritavam e caçoavam dele, xingavam a mãe e diziam o quanto ele parecia com o Ovelha e com aquela bichinha gaga.

E se eu vou começar esse post de verdade com alguma coisa, é isso: Boninho é um merda.

Ele é um merda porque tenta ser alguém que não é: alguém importante. Se ele morresse hoje, provavelmente acabaria o Big Brother ou ele não seria mais o que é hoje. E se o Big Brother morresse ou deixasse de ser o que é hoje, ninguém se importaria.

Alguns achariam que se importariam, suas vidas se tornariam não-viváveis por algumas semanas, mas logo preocupações relevantes se apresentariam e eles teriam de tomar partido. Ai iam esquecer do Big Brother.

O pior medo do Boninho é que o Big Brother acabe, porque ai ele vai voltar a ser um merda. Ele poderia trabalhar na direção de elenco ou em qualquer outro lugar na Globo, mas não seria a mesma coisa. Por que ele não teria o mesmo controle sobre as pessoas. Pois no BBB ele tem controle sobre as pessoas dentro da casa, e até pouco tempo atrás, ele tinha controle sobre as pessoas fora da casa também. Ele podia mostrar o que quisesse e fazer os seus personagens parecerem agir da maneira que ele quisesse.

Só que ele teve de ceder à internet e deu no que deu. Ele aprendeu que você não pode controlar a internet, que um não pode controlar a internet. A não ser que você ou o um sejam a Skynet, Matrix, Neuromancer, etc.

E Boninho não é nenhum deles. Mas ele gosta de pensar que é. E quando ele descobriu que não era, voltaram todos os seus pesadelos de infância. Toda aquela dor do orgulho despedaçado vieram à tona, novamente. Coisas que ele já tinha superado e esquecido no passado.

Mas o que fudeu verdadeiramente o Boninho, foi que não só a internet mostrou-se a dona do seu querido programa, da sua querida criação, consequentemente trazendo os seus temores de infância e adolescência à tona, como quiseram também as variáveis do universo, que temores, medos e ódio infantil estivessem dentro do programa.

Boninho tomou no rabo legal quando os caras que pisavam e chutavam e socavam e viravam ele no lixo quando criança tornaram-se tangíveis e donos de sua própria vóz na forma de um dos competidores. Quando Boninho resolveu que brothers passados voltariam, achou ele estar com seus traumas superados ao ressuscitar o lutador de vale-tudo. E Bonifácio foi mais além, estava tão bem resolvido com seus temores de infância que estava tudo planejado para que o lutador pudesse entrar no programa sem aparente esquema explícito. Montou-se uma prova de resistência, que, teoricamente, seria vencida pela tribo dos esportistas, os representantes do lutador de moicano.

Só que eles não venceram. Ainda bem que o plano B já estava operando antes mesmo do A entrar em ação. Antes de cada um dos ressuscitados de programas anteriores disputassem seu lugar no novo, Bonifácio, com toda a delicadeza que lhe é característica, gritou no ouvido de cada um: "Aquele ali, ó. Chama ele se tu entrar". Ficou decidido então, desde o início, que o lutador entraria.

Boni estava tão seguro de sí que queria porque queria que o lutador entrasse na casa. Porque tudo fazia parte de um plano maior. O lutador seria o seu antagonista, pois, pensava ele conhecer o lutador só de olhar para ele, só de olhar os vídeos da edição anterior a que esse participou e de julgar que, como qualquer outro humano ao qual já tenha sido seu subordinado, este também não tinha mudado nada.

E talvez não tenha. Ou talvez tenha. Não importa. Não importa porque Boninho tomou no cu fortemente. E isso que importa.

E ele tomou no cu porque o lutador, em toda sua previsibilidade, acabou virando o jogo. Não sei como ele virou o jogo. Já vi gente falando, explicando, detalhando. Alguns eram phDs em Big Brother. Mas eu realmente não sei. Talvez seja por que ele tenha chorado, talvez tenha sido pela aversão dos outros à ele, talvez tenha sido porque ele foi ele mesmo. Talvez tenha sido porque ele achou que o idiota tava sendo idiota demais e disse para ele parar de ser idiota, e fez o mesmo com o viado, com o burro, e com muitos outros. Talvez o público tenha visto que o viado estava sendo viado demais, que o burro estava homéricamente burro, que o idiota superava-se a cada novo dia e, sentiu o público, que alguém precisava falar aquilo para eles. E o lutador fez isso.

Ou talvez tenha sido por outro motivo.

Não importa, porque Boninho tomou no cu fortemente. O lutador cresceu, e cresceu absurdamente. O lutador ganhou força e começou a peitar todo mundo. Inclusive Boni. E peitou, e ganhou.

Chutou, pisou, socou Boni.

E Boni chorou como uma menininha. Ele nunca revelou isso, mas eu sei que ele chorou. Você também sabe agora, porque descobriu ou porque agora ficou sabendo o quão frágil e desprezível é o Bonifácio. E você não consegue nem ter pena dele, porque ele é realmente desprezível. E arrogante. E idiota.

E foi por isso que eu fiquei realmente feliz pelo Boni ter perdido. E para que ele perdesse, o lutador tinha que ganhar. O lutador começou como um secudário, cresceu, virou protagonista, cresceu, e cresceu mais que o autor da história, e chutou a bunda dele. Várias vezes.

O lutador era um arquétipo, e em sua arrogância, Boni achou conhecer esse arquétipo, achou ser possível e incrivelmente fácil prever como agiria esse lutador, pois o lutador do big brother não só representa um lutador, mas representa também outros ideais, outros temas, outros conceitos que um personagem deve apresentar. E Boni achou que ele faria isso tudo. E fez. Só que o lutador foi além, por que ele é um lutador, e esse, presume-se, ataca alguém.

Um lutador, como diz a palavra, luta. E ele lutou, distribuiu porrada, grocerias e pedreiragens. Só que esse lutador tinha inteligência. E sorte. E carisma. E, acima de tudo, era diferente. Era o mais diferente, pois era único. Único no meio de tantos diferentes que acabaram se tornado iguais. Que se tornaram whatever. Eles queriam que esse big brother promovesse a igualdade. E promoveu. Foi bem sucedido. Mas ninguém avisou a eles que poderia promover a igualdade e necessariamente uma dessas minorias, recém adquirentes do seu status de igualdade sairia vencedora do prêmio material.

Restou a eles o prêmio moral: igualdade promovida, aceitação adquirida. Mas quem venceu foi o lutador, o antagonista, que no meio de tantos bons moços e moças, tanta gente que queria se fazer aceitável, foi o verdadeiramente aceito, porque, acima de tudo, foi aquilo que tinha de ser: competidor. Antagonista, na origem graga da palavra, significa: oponente, rival, competidor. Os outros entraram pra disputar a medalha moral, e só isso.

Eles ganharam o segundo lugar. Boni ficou com o quarto, sem medalhas. O lutador ganhou o primeiro lugar, e assim que saiu disse que a vitória foi "nossa", de muitos, que "ganhamos eu e vocês", e é verdade. Quem perdeu foi o Boni. Pois o lutador ali dentro virou uma força, uma força inesperada, imensurável, incontrolável: a força da internet, a força da livre opinião, do pensamento livre, que Boni aprendeu há dois dias atrás ser uma força que não pode ser contrariada, não pode ser vencida, não pode ser provocada.

Porque ela é pura e simplesmente o desejo, a vontade das pessoas. As pessoas que o Bonifácio não tem controle algum.




"Eu tenho o Poder Absoluto", é realmente uma frase que se encaixa perfeitamente no contexto. Como um todo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

epic win

Estou numa contenda interna comigo mesmo, decidindo se faço ou não um comentário pertinente sobre o Big Brother.

Cara, eu tinha feito uma imagem tão legal pra postar aqui, mas essa porra de blogger upa a imagem numa resolução ridícula e diminui a qualidade. Que já não era tão boa assim.

PS: a imagem era de um par de olhos, cyberpunks.

domingo, 28 de março de 2010

LEgal

Acabei de pensar em três palavras random, botei no google imagens e as três significavam alguma coisa em japonês. Logo, significavam alguma bizarrice.

Piriri
Pururu
Shinboku

Admito que shinboku teve de ser adaptada, pois pensei em ximboco, mas ta valendo assim mesmo. A sonoridade é a mesma.



É a(o) Pururu. Eu não quero saber o que é isso. Eu não quero saber o que faz. E acho que minha vida será melhor se eu não souber.

Tem até Rule 34 com Pururu, e será essa regra melhor detalhada em um futuro próximo.

O sobrenatural sempre de brinks

Acabo de abrir a pasta dos textos, onde fica tudo de mais precioso na minha vida que produzo durante o meu tempo livre encontrado dentro do meu tempo livre que é absurdamente maior que o meu tempo de ocupado. O resto das coisas mais precisosas da minha vida são tangentes e não tangente, podem ser tocadas, não tocadas ou defenestradas.

Abri a pasta de textos, e no final, ficam os últimos documentos modificados e me deparo com vários arquivos de textos transparentes salvos e não-salvos que nunca escrevi, mas que os seus nomes condizem com outros que escrevi há um tempo atrás. Eu me perguntei que merda era essa e cliquei.

Abriu e apareceu, nessas exatas letras e palavras, apenas devidamente modificadas para meu nome não aparecer aqui, para, sabem, evitar sequestros e coisa e tal:


Maruílson Apu
M a r u í l s o n A p u
e r a s
d e m i
i t c
f e l i

Não entendi. Eu era demitido feliz?

Legal. Que bom que serei demitido feliz, pq nunca fui demitido feliz. Isso me tranquiliza. Pra caralho.

Pode ter sido um aviso sobrenatural, lá de cima, lá de baixo, ali da outra dimensão, ali do lado, acima, na diagonal, pode ter sido um sinal divido, pode ter sido o vírus foda highpower que tinha no meu notebook, pode ter sido um bug foda do Windows, pode ter sido porra nenhuma. Eu só estranhei o meu nome estar escrito nesses documentos que nunca criei. Meu nome pela metade, na real. Meu nome que nunca escrevo ou assino os documentos dessa pasta.

Não to com frio, não to com calor, não to no escuro, minha temperatura não baixou, a temperatura do quarto não baixou, não ouço vozes e nem gritos, não vejo vultos pelo reflexo da tv nem da janela. Vou dormir de boa e provavelmente sonhar com zumbis de novo. As vezes sai um sonho legal.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Amor próprio: use-o!

Primeiro ato: João conhece Maria. João gosta de Maria. Maria não gosta de João.
Segundo ato: Maria se aproveita da benevolência de João, que, na esperança de comê-la, age como um otário.
Terceiro ato: Maria se apavora com a declaração iminente de João.
Quarto ato: Maria parte o coração de João.
Quinto ato: Maria pisa no coração partido de João.
Sexto ato: Maria chuta o coração partido e esmagado de João.
Sétimo ato: João ainda gosta de Maria.

Aguardem o desfecho provavelmente apoteótico desta complicada trama.

ABS

segunda-feira, 15 de março de 2010

Tua vez de postar

Já ouvi essa motivadora frase diversas vezes na minha recente vida blogueira. Sempre dita pela mesma pessoa, por sinal. Talvez
já dita por outra, também, mas ambas integrantes do mesmo blog. As únicas que irão ler.
É interessante porque essas 3 pessoas já se conhecem há algum tempo. Duas delas unidas por laços de sangue, aliás. A terceira não
teve a felicidade de nascer na família dos tios baixinhos, gordinhos, esporrentos e engraçados, mas foi incorporada no círculo também
já há algum tempo. Ou seja, teoricamente, as pessoas já se conhecem o suficiente.

De repente, ter um blog significa abrir espaço para um lado seu que só você conhecia. Ressalto que não gosto de abrir mão da regionalidade
a ponto de trocar o "tu" por "você", mas neste caso me parece transmitir um pouco mais de credibilidade nas palavras. Continuando,
ter um blog é ter liberdade de expressar coisas que as outras pessoas talvez não se interessassem. Porque eu mesma nunca me importei
se o que escrevo é algo que interessaria a alguém. No entanto, parei pra pensar: eu não gosto de escrever, menos ainda de ler páginas com
mais espaço para letras do que figuras, e ainda assim estou postando aqui, e a pedido dos outros. E sempre fico feliz em ler coisas nonsense, muitas geniais, que aparecem por aqui.


Enquanto isso, as pessoas seguem a /twittess.


Temos toda essa fonte de cultura inútil aí, feita por nós e disponível na internet. Será que o nosso blog também tem potencial para ser famoso? Nunca vamos
saber. Eu acho. Porque só você está lendo, 50% de chance de ser um, 50% de ser outro.

Seja lá quem for: é tua vez de postar.

Outro dia me perguntaram, de novo

, porque eu devo ter cara de quem tem todas as respostas, pois só perguntam para mim. Tantas pessoas, e logo eu. Eu devo ter mesmo cara de quem tem respostas, ao menos para as perguntas mais inúteis.

Outro dia me perguntaram sobre a genealogia das idéias, de onde elas vêm, como elas vêm, para onde vão e o que se tornam. Não explicaram o que era, apesar de tentarem. Deram sua própria interpretação. Que eu não gostei, mas também não contestei. Não sei se Genealogia serve para idéias, não sei nem como elas se formam, mas depois me perguntaram sobre, novamente, dessa vez um amigo que também não tinha entendido. Eu respondi usando referências, explicando o meu entendimento do que seria Genealogia das Idéias, o que, ao meu ver, também está certo, e que passarei a adotar a partir de então, até que alguém com 30 anos de experiência na área e que tenha escrito um livro venha me corrigir. Bom, eu ainda terei de considerar se o que essa pessoa falou é válido, se a experiência dela é válida, se a porra de 30 anos e um livro é válida. Creio, nesse momento, que não. Então se foda.

Eu dei o exemplo de Jack. Jack é um conceito de personagem que criei. Coincidentemente, Jack já existia antes. Mais coincidência ainda, Jack Conceito possuía o mesmo nome. Eram mais de uma Jack. A primeira, veio em Eclipse Total, melhor filme da saga de Riddick e possivelmente um dos melhores do Vin Diesel. Jack, no filme, era uma menina que se passava por menino, não lembro mais o motivo. Usava roupas de homem, conversava como um, tinha os trejeitos. A única coisa que fazia você desconfiar é que Jack tinha um rosto muito delicado para um menino, e por aparentar uns 14 ou 15 anos, a sua voz já não podia estar desafinando constantemente. A voz de Jack parecia de menina. Não obstante, Jack corta o cabelo – totalmente. Ela raspa, para parecer ainda mais um homem. Jack acaba se tornando um dos principais personagens, e um dos plot twists da trama. Jack, por querer parecer um homem, mas na verdade ser mulher, acaba fudendo com a coisa toda. Fode com o plano dos personagens, fode com o protagonista, é o motivo da morte de uma penca de gente, mesmo sem ter a intenção. Jack depois cresce, vira adulta, amadurece, morre, vira Kira. E Kira morre, mas morre fodásticamente. A morte dela faz ruir um Império. Ela vai, mas leva uma raça junto. Jack quer ser homem, Jack vira Kira, Kira cresce, Kira morre morte de homem médio. Morre como herói, porque nunca se permitiu ser heroína.

A segunda Jack, aparentemente uma homenagem à primeira, também tem o cabelo raspado, mas não quer ser homem. Pelo contrário. Ela é absolutamente movida por instintos. Instintos que foram instigados, acorrentados e depois açoitados durante muito tempo. A Segunda Jack é uma máquina de matar. Ela só quer matar, é para isso que ela foi criada. Ela nasceu normal, mas foi roubada e cresceu em laboratório. Essa Jack é produto do meio, e não produto das escolhas como a primeira. Essa Jack se achava foda e forte – e era, mas não tanto quanto pensava – porque sobreviveu aos experimentos que realizaram nela. Ela achava que tinha sido a mais forte, e por isso sobreviveu. Na verdade, dentre os outros espécimes de laboratório, ela foi a mais preservada. Outros tantos morreram e sofreram muito mais do que ela para que aquela Jack pudesse se tornar o que acabou se tornando. No final, caso o espectador tente fazer Jack enxergar por outro lado, ela acaba mudando para melhor. Ela continua foda, extremamente foda, mas se torna um pouco mais humana, ela vê em Shepard um modelo (ou uma modelo) para seguir, para encontrar sua redenção. Se depender de mim, ela vai encontrar sua redenção na terceira parte da série. Mas vai continuar foda, e do bem.

No fim, as duas Jacks acabam se tornando do bem. Moralmente integras. Paragon. Light Side. Essas coisas. A terceira Jack, por outro lado, não. A Terceira é minha criação, eu tenho o poder de mudá-la como bem querer, fazer ela seguir os caminhos que eu achar melhores. Eu quero uma Jack mulher, e não mulher-homem, quero uma Jack de cabelo raspado e tatuagens, mas com roupas um pouco mais recatadas e sérias, quero uma Jack com tatuagem no rosto, com uma expressividade com o corpo, quero uma Jack com uma moralidade absolutamente questionável. Jack não vai matar por matar, vai matar porque acha certo, porque acha que aquela pessoa, responsável por quaisquer sejam os seus atos, merece morrer. Ela vai ser a síntese da opinião da sociedade. Vai deixar viver quem merece viver, vai matar quem merece morrer. Jack não vai deixar de matar por receio de se rebaixar ao nível de sua vítima, pois ela não precisa se preocupar com isso, ela sabe que está acima de todos eles. Jack infringe a lei, a lei que para ela não vale nada, porque há coisas maiores que a lei, coisas que ficam acima da lei. Jack não fica acima da lei, e ela sabe disso. Ela só ignora. Jack vai julgar, vai ser juíza, vai definir, defender, destruir, prevalecer. Jack Três, como a segunda, é também um experimento. Um experimento para Jan. Jack vai ser a segunda tentativa de Jan, porque não estou lá tão satisfeito com a primeira. Jack Terceira vai dar origem à Jan Segunda, e como as outras Jacks e Jans, elas vão anarquizar pra caralho. Jack vira Jackie, mais diminutivo, mais carinhoso, assim, é. Pá.


Jackie. Um carro pegando fogo. Jackie tem uma arma, Jackie vai explodir um carro. É um Ford Mustang. Aquele. Pena. Mas Jackie é Jackie, ela pode explodir um Mustang.

Onde devo usar Jackie?