quarta-feira, 14 de abril de 2010

Eu menti, não é sobre a Rule of Win

Alguém chegou e pediu para o cara que escrevesse sobre sentimentos, mais especificamente, sobre o sentimento de um mal-estar preponderante e forte. Ele falou de cinza, e disse que todo mundo usava cinza, e que o mundo era cinza. Eu nunca entendi porque usam o cinza para isso. Talvez por ele representar a falta de cores, uma vez que branco e preto - que poderiam representar isso - são simbolismos para alguma coisa que o autor queira.

Eu sempre pensei no cinza como um estado ou momento entre o preto e o branco. Do tipo decisões. Você toma decisões pretas, decisões brancas. Geralmente é assim. Eu gosto de fazer com que tomem decisões cinzas. Elas não são heróicas, e na maioria das vezes, são éticamente contestáveis. É claro que estou falando num contexto absolutamente ficcional.

Ai pediram pra guria escrever sobre sentimentos também, mas ela tinha uma história pra contar. Ela começou falando de frio, e de como os dentes dela cerravam-se na tentativa de evitar que se chocassem um contra os outros. Nem a fogueira na frente dela, trepidando e estalando, servia seu uso de ser. Ela continuava com frio.

Frio é usado para representar o frio. Você diminuiu a temperatura do cenário, coloca o personagem numa situação fantástica. Talvez levando um tiro. Dizem que levar um tiro faz as pessoas sentirem frio.

Eu descobri que você pode sentir frio das mais diversas maneiras, inclusive com alguém lhé jogando na cara uma hipótese absurda e natural da natureza humana. E essa pessoa ri pra caralho de você por causa disso. Mas você sente frio. Já falei sobre isso.

Os dois usavam e abusavam da formalidade gramatical. Eu admito que uso também, mas só para não deixar a frase feia. Sempre achei que quanto mais linhas melhor, quanto mais palavras usadas para dizer a mesma coisa, também. Recentemente meio que mudei essa concepção. O legal são poucas palavras, ou, vá lá, até que muitas palavras, mas num ritmo rápido e ligeiro, dando uma sensação de dinamismo que só pode ser alcançada por uma mente muito preguiçosa.

Não sei se isso é melhor, mais interessante, mais legal, mas é o que estou fazendo agora. Na verdade estou fazendo os dois. Enrolando e dinamizando. Eu acho. Estou no meio da linha que separa o oito do oitenta, os dois extremos, a linha cinza. As vezes penso que é interessante continuar seguindo por ela. E que se foda o resto.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

hot chicks with lightsabers


Meu próximo post será sobre a Rule of Win


quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ficha Limpa


Ao contrário do meu último post, não sabia por onde começar esse aqui. Tanto é que esqueci o bloco de notas minimizado várias vezes.

Não é sobre Big Brother mas é sobre voto.

A única coisa que não tive dúvidas nem hesitei momento algum foi na escolha da foto ao lado.

Em poucos dias o projeto de Lei Ficha Limpa deve ser arquivado e as pessoas vão se revoltar, vão à televisão dizer que é um absurdo, que é mais uma vitória da corrupção e coisa e tal. Ou talvez elas nem vão à televisão, talvez elas já sejam da televisão e só vão comentar sobre isso.

Vão tudo tomar no cú sua cambada de cavalo repetentes.

O negócio é que ele tem que ser arquivado, que ele não pode passar. Porque essa merda é pura e simplesmente inconstitucional. E se é inconstitucional, tem alguma coisa errada.

E se você não gosta ou não aceita o fato dele ser inconstitucional, tome no cú e rape daqui. Argentina é do lado, Chile não é longe, Morales é uma pedida.

Imagine um robô gigante. Eles são feito de metal e são gigantes, logo, são pesados, grandes, pesam toneladas. Se eles pisam em alguma coisa, provavelmente fodem legal a parada, certo?

A não ser que essa parada seja um robô gigante também, ai não vai fuder tanto.

O problema é que o projeto de lei não é um robô gigante, é um carinha random faceless e não creditado. Logo, ele está bem propenso a morrer.

O simples ato de passar e aprovar o projeto de lei é um robô gigante. Quando, se, ele passar, o robô gigante entra em ação e pisa em cima do carinha random faceless, que como já foi explicado, é o próprio projeto de lei.

Abaixo do carinha random há um monte de merda. Esse monte de merda é a constitucionalidade. Dentro do monte de merda há maggots, vermes, moscas, larvas. Nós somos esses.

Então, quando o robô gigante, que é a inconstitucionalidade, pisar em cima do projeto de lei, ele leva junto nós, merda, inconstitucionalidade, e ainda arromba legal com o chão.

Ele nos reduz à nada, e apesar de nós já estarmos bem fudidos, já que estamos dentro da merda, ainda assim ser reduzido à nada é bem ruim.

Mas porque o robô gigante é inconstitucional?

Por que ele é um ataque direto à princípios constitucionais que regem a nossa nação. É, alguma coisa ainda rege a nossa nação. Sério. É um pedaço de papel chamado Constituição Federal de 1988, que hora ou outra, é usada pra ajuntar a merda.

Um desses princípios é o da presunção da inocência. E, queiram ou não, trânsito julgado com condenação em primeiro grau ainda vale a presunção da inocência.

Como assim? Transito julgado? Primeiro Grau? Presunção da inocência em trânsito julgado em primeiro grau ainda que já julgado?

Trânsito em julgado, condenação em primeiro grau, e ainda valendo a presunção da inocência pode facilmente simplificado com: Terminou o primeiro tempo e você tá perdendo de um a zero.


Ainda tem o segundo. E pode acontecer coisa pra caralho no segundo tempo. Jogos se ganham no segundo tempo, campeonatos se decidem, Copas do Mundo se decidem no Segundo Tempo. As vezes nos segundos finais. Batalhas de robôs gigantes se decidem nos segundos finais também.

O que fode é que esse projeto de lei abre a possibilidade de terminar o jogo no primeiro tempo. E nós, brasileiros, nação do futebol, sabemos que jogos não terminam no primeiro tempo.

Eu lembro de uma vez que o Vasco entrou no segundo tempo perdendo de três para o Palmeiras e nos últimos 30 minutos de jogo fez quatro gols. Virou e ganhou.

A gente sabe que isso acontece, por mais que evite pensar que um político pode dominar o jogo, driblar, fazer dois e virar o jogo, porque nós já partimos da presunção que eles estão sempre errados, que estão sempre roubando.

É, acontece. E acontece na maioria das vezes. Mas não é sempre. E nem é esse o problema. O que fode, de novo, mais uma vez, é que se um projeto de lei faz você pisar em cima da presunção da inocência de POLÍTICOS, OS SERES DO UNIVERSO COM MAIS CHANCES DE NÃO SE FUDER NO CARALHO DE UM PROCESSO JUDICIAL, imagina o que aconteceria com o resto de nós, com o brasileiro médio?

Essa porra pode iniciar um fascismo do caralho, ainda que aos poucos, à passos módicos e baianos. Jogar no lixo a presunção da inocência de uma pessoa é o segundo passo para um regime totalitário da porra. O primeiro é acabar com a liberdade de expressão. Freedom of Speech. Free Will.

Se você manda um político se fuder, se a justiça manda um político se fuder e ignora os direitos deles, caralho, não quero nem ver o que aconteceria com os manos que roubam pão e margarina.

Imagine um regime totlitário fascista do caralho de um robô gigante.

É exagero, eu sei. Mas é uma possibilidade. Eu não quero isso.

O outro ponto que me preocupa é que esse robo gigante impediria que a putada toda que tem problemas com a justiça possa se candidatar.

Ou seja, uma galera.

É, de certa forma, um /renew na política nacional. E essa é uma das principais bandeiras da parada. E eu concordo que isso é legal, sério. Uma renovação geral. O problema é que se isso acontecer, deve ser planejado. Mas por quais motivos isso deve ser pensado e planejado? Dou-lhes apenas um, de tantos motivos:

O que acontece se essa galera fica impedida de se candidatar? Quem vai ocupar o seu lugar? Quem, na sociedade brasileira, são hierarquicamente os entes mais importantes na formação do caráter e manutenção da liberdade de brasilidade dos brasileiros?

Os artistas.

Sacou porque essa merda é inconstitucional? Sacou o meu medo?

sábado, 3 de abril de 2010

Uma mensagem de páscoa

Dilema

Hey its me JOÃO SEM AMOR PRÓPRIO. I'm emailing you because I think our friendship got kind of weird after awhile. I think you might have been getting the wrong vibe from me tho because some times my friendliness gets misconstrued as flirting. I'm sorry if I started to sound creepy I didn't mean to come off like that. I wanted to see if we could start over. your a really cool person and I would really like to be friends with you. If not I understand where your coming from. Anyway I hope to hear from you soon....

Eu estava prestes a abrir o email que contem as informações preciosas do meu horóscopo diário personalizado quando resolvi reabrir o email que o João (aquele lá do outro post) me mandou. O email é tão patético e a situação é tão absurda que eu não sei o que responder, por isso me dirijo a vocês, caros amigos, pessoas tão cheias de compaixão pelo próximo e idéias bizarramente geniais. Bolei, sozinha algumas possíveis respostas para o email de João. Opinem, discorram e postem suas próprias respostas a esse adorável email.

OPÇÃO 1:
Querido,
Se aquele é o seu jeito de ser amigo das pessoas, faça um favor a sociedade e se mate, porque você é muito motherfucking twisted. Não quero ser sua amiga, por favor não incomode.
Beijinhos.

OPÇÃO 2:
Querido,
Morra.
Beijinhos.

OPÇÃO 3:
Querido,
Eu me afastei de você porque, quando dei por mim, estava perdidamente apaixonada. Seu cabelinho raspado em degradê, seu IMC > 50, sua corpulência, suas roupas de mano e sua cara de imigrante ilegal me conquistaram de uma maneira que não poderia suportar a dor de te abandonar. Provar seu beijo e voltar para o Brasil, sabendo que jamais te veria novamente... prefiro a morte. Fiz o que fiz para me poupar, peço milhões de desculpas pelo meu egoísmo. Me pedoe, meu amor, me perdoe.
Beijinhos.

REFLITÃO e opinem. Beijinhos.

Eu tenho o Poder Absoluto.

Eu não pensei em nenhuma maneira especial de começar esse post. Eu não quebrei a cabeça pra bolar ele, e nem queria fazê-lo a tanto tempo e estava tão preocupado com a qualidade que tinha receio de começar de vez.

Na verdade, eu pouco ligo. Na verdade, anunciei no post anterior a existência dessa possibilidade porque nada tinha para fazer.

E o post saiu, e simplesmente, saiu espontâneo. Sem edições, na integra. Diferente do Big Brother.

Quando fui hoje de madrugada pegar um copo de coca na geladeira, de repente me veio na cabeça o quanto o Bonifácio tem cara de perdedor. O Boni, Boninho.

É. Esse é o nome dele. José Bonifácio.

E quando ele era criança ele apanhava pra caralho no colégio. Ele nunca disse isso, mas eu tenho certeza. Porque só assim pra ele crescer e virar um ser que se acha um ente que se acha importante mas na verdade é um merda.

Quando ele apanhava, uma roda se reunia em volta dele, que caído no chão, recebia chutes, pontapés e mata-leões. E gritavam e caçoavam dele, xingavam a mãe e diziam o quanto ele parecia com o Ovelha e com aquela bichinha gaga.

E se eu vou começar esse post de verdade com alguma coisa, é isso: Boninho é um merda.

Ele é um merda porque tenta ser alguém que não é: alguém importante. Se ele morresse hoje, provavelmente acabaria o Big Brother ou ele não seria mais o que é hoje. E se o Big Brother morresse ou deixasse de ser o que é hoje, ninguém se importaria.

Alguns achariam que se importariam, suas vidas se tornariam não-viváveis por algumas semanas, mas logo preocupações relevantes se apresentariam e eles teriam de tomar partido. Ai iam esquecer do Big Brother.

O pior medo do Boninho é que o Big Brother acabe, porque ai ele vai voltar a ser um merda. Ele poderia trabalhar na direção de elenco ou em qualquer outro lugar na Globo, mas não seria a mesma coisa. Por que ele não teria o mesmo controle sobre as pessoas. Pois no BBB ele tem controle sobre as pessoas dentro da casa, e até pouco tempo atrás, ele tinha controle sobre as pessoas fora da casa também. Ele podia mostrar o que quisesse e fazer os seus personagens parecerem agir da maneira que ele quisesse.

Só que ele teve de ceder à internet e deu no que deu. Ele aprendeu que você não pode controlar a internet, que um não pode controlar a internet. A não ser que você ou o um sejam a Skynet, Matrix, Neuromancer, etc.

E Boninho não é nenhum deles. Mas ele gosta de pensar que é. E quando ele descobriu que não era, voltaram todos os seus pesadelos de infância. Toda aquela dor do orgulho despedaçado vieram à tona, novamente. Coisas que ele já tinha superado e esquecido no passado.

Mas o que fudeu verdadeiramente o Boninho, foi que não só a internet mostrou-se a dona do seu querido programa, da sua querida criação, consequentemente trazendo os seus temores de infância e adolescência à tona, como quiseram também as variáveis do universo, que temores, medos e ódio infantil estivessem dentro do programa.

Boninho tomou no rabo legal quando os caras que pisavam e chutavam e socavam e viravam ele no lixo quando criança tornaram-se tangíveis e donos de sua própria vóz na forma de um dos competidores. Quando Boninho resolveu que brothers passados voltariam, achou ele estar com seus traumas superados ao ressuscitar o lutador de vale-tudo. E Bonifácio foi mais além, estava tão bem resolvido com seus temores de infância que estava tudo planejado para que o lutador pudesse entrar no programa sem aparente esquema explícito. Montou-se uma prova de resistência, que, teoricamente, seria vencida pela tribo dos esportistas, os representantes do lutador de moicano.

Só que eles não venceram. Ainda bem que o plano B já estava operando antes mesmo do A entrar em ação. Antes de cada um dos ressuscitados de programas anteriores disputassem seu lugar no novo, Bonifácio, com toda a delicadeza que lhe é característica, gritou no ouvido de cada um: "Aquele ali, ó. Chama ele se tu entrar". Ficou decidido então, desde o início, que o lutador entraria.

Boni estava tão seguro de sí que queria porque queria que o lutador entrasse na casa. Porque tudo fazia parte de um plano maior. O lutador seria o seu antagonista, pois, pensava ele conhecer o lutador só de olhar para ele, só de olhar os vídeos da edição anterior a que esse participou e de julgar que, como qualquer outro humano ao qual já tenha sido seu subordinado, este também não tinha mudado nada.

E talvez não tenha. Ou talvez tenha. Não importa. Não importa porque Boninho tomou no cu fortemente. E isso que importa.

E ele tomou no cu porque o lutador, em toda sua previsibilidade, acabou virando o jogo. Não sei como ele virou o jogo. Já vi gente falando, explicando, detalhando. Alguns eram phDs em Big Brother. Mas eu realmente não sei. Talvez seja por que ele tenha chorado, talvez tenha sido pela aversão dos outros à ele, talvez tenha sido porque ele foi ele mesmo. Talvez tenha sido porque ele achou que o idiota tava sendo idiota demais e disse para ele parar de ser idiota, e fez o mesmo com o viado, com o burro, e com muitos outros. Talvez o público tenha visto que o viado estava sendo viado demais, que o burro estava homéricamente burro, que o idiota superava-se a cada novo dia e, sentiu o público, que alguém precisava falar aquilo para eles. E o lutador fez isso.

Ou talvez tenha sido por outro motivo.

Não importa, porque Boninho tomou no cu fortemente. O lutador cresceu, e cresceu absurdamente. O lutador ganhou força e começou a peitar todo mundo. Inclusive Boni. E peitou, e ganhou.

Chutou, pisou, socou Boni.

E Boni chorou como uma menininha. Ele nunca revelou isso, mas eu sei que ele chorou. Você também sabe agora, porque descobriu ou porque agora ficou sabendo o quão frágil e desprezível é o Bonifácio. E você não consegue nem ter pena dele, porque ele é realmente desprezível. E arrogante. E idiota.

E foi por isso que eu fiquei realmente feliz pelo Boni ter perdido. E para que ele perdesse, o lutador tinha que ganhar. O lutador começou como um secudário, cresceu, virou protagonista, cresceu, e cresceu mais que o autor da história, e chutou a bunda dele. Várias vezes.

O lutador era um arquétipo, e em sua arrogância, Boni achou conhecer esse arquétipo, achou ser possível e incrivelmente fácil prever como agiria esse lutador, pois o lutador do big brother não só representa um lutador, mas representa também outros ideais, outros temas, outros conceitos que um personagem deve apresentar. E Boni achou que ele faria isso tudo. E fez. Só que o lutador foi além, por que ele é um lutador, e esse, presume-se, ataca alguém.

Um lutador, como diz a palavra, luta. E ele lutou, distribuiu porrada, grocerias e pedreiragens. Só que esse lutador tinha inteligência. E sorte. E carisma. E, acima de tudo, era diferente. Era o mais diferente, pois era único. Único no meio de tantos diferentes que acabaram se tornado iguais. Que se tornaram whatever. Eles queriam que esse big brother promovesse a igualdade. E promoveu. Foi bem sucedido. Mas ninguém avisou a eles que poderia promover a igualdade e necessariamente uma dessas minorias, recém adquirentes do seu status de igualdade sairia vencedora do prêmio material.

Restou a eles o prêmio moral: igualdade promovida, aceitação adquirida. Mas quem venceu foi o lutador, o antagonista, que no meio de tantos bons moços e moças, tanta gente que queria se fazer aceitável, foi o verdadeiramente aceito, porque, acima de tudo, foi aquilo que tinha de ser: competidor. Antagonista, na origem graga da palavra, significa: oponente, rival, competidor. Os outros entraram pra disputar a medalha moral, e só isso.

Eles ganharam o segundo lugar. Boni ficou com o quarto, sem medalhas. O lutador ganhou o primeiro lugar, e assim que saiu disse que a vitória foi "nossa", de muitos, que "ganhamos eu e vocês", e é verdade. Quem perdeu foi o Boni. Pois o lutador ali dentro virou uma força, uma força inesperada, imensurável, incontrolável: a força da internet, a força da livre opinião, do pensamento livre, que Boni aprendeu há dois dias atrás ser uma força que não pode ser contrariada, não pode ser vencida, não pode ser provocada.

Porque ela é pura e simplesmente o desejo, a vontade das pessoas. As pessoas que o Bonifácio não tem controle algum.




"Eu tenho o Poder Absoluto", é realmente uma frase que se encaixa perfeitamente no contexto. Como um todo.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

epic win

Estou numa contenda interna comigo mesmo, decidindo se faço ou não um comentário pertinente sobre o Big Brother.

Cara, eu tinha feito uma imagem tão legal pra postar aqui, mas essa porra de blogger upa a imagem numa resolução ridícula e diminui a qualidade. Que já não era tão boa assim.

PS: a imagem era de um par de olhos, cyberpunks.