quinta-feira, 22 de abril de 2010

Postagem ramdom

Oi. Sim.
Esse post é um exemplo de como a mente humana é fascinante. Alguns nasceram pra isso, outros não. Não nasci com o dom da expressão verbal, seja oral ou escrita. Para quem o tem, fica fácil concordar com a minha afirmação. Se não tem, também é possível, pois esta pessoa ou se identifica de alguma forma com o que vê até o momento, ou utiliza como parâmetro algo que tenha visto anteriormente, e era melhor. Ou confronta meus textos com o que sabe que é capaz de fazer, mesmo que não se julgue bom o suficiente para classificar-se hábil na expressão verbal. Neste caso: "eu sou uma merda, mas essa pessoa é pior".
Eu não consigo imaginar exatamente quais os argumentos de alguém, natural e notadamente bom escritor/orador, para dizer que este meu texto é uma merda. Ele pode pensar "ela é burra", mas eu também posso te ownar na matemática, filho da puta. E inteligência é algo relativo demais pra servir de argumento pra qualquer coisa.
Então pode ser que esta pessoa perceba a não naturalidade e não fluência desse texto. Pois eu já passei pro terceiro parágrafo e eu não faço a menor idéia de quando é a hora certa de trocar parágrafos. Geralmente é quando eu tenho que parar pra pensar, de novo, no que eu to tentando dizer.
Sim.
Esse post não é pra fazer sentido. Na verdade eu gostaria que ele, poeticamente, não fizesse sentido. Mas ele agora faz sentido e não faz ao mesmo tempo, e não é poético. Então, neste momento, eu só gostaria que todos entendessem o que eu quero dizer. Ah, o random com M foi a maneira que eu tentei iniciar o post com uma enrolação, para, depois de 40 linhas dissertando sobre o meu erro proposital, chegar a algum lugar. Mas não deu. Eu poderia até explicá-lo agora, mas já perdeu a graça. FAIL. De novo.

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