Claro que este será muito menor do que o anterior, até porque, ao contrário do que se espera de alguém que tem um blog, a escrita nunca foi o meu forte. Na verdade a sensação que me vem quando estou diante de um novo post do blog com, aparentemente, mais de 100 linhas, ou de um livro com mais de 100 páginas (sem figuras, mais de 5), uma questão de 6 linhas de direito processual, entre outros, é a mesma que vem a alguns - dentre eles o meu provável único leitor, MAC - quando está diante do inofensivo X na matemática. Provavelmente pensar em ler a trilogia do senhor dos anéis seja equivalente a incluir o Y e Z na mesma equação, com parênteses e colchetes.
Ainda assim, estou aqui para comentar sobre a perda do tio Michael Jackson. Apesar de um tanto infantil e piegas, "tio" pra mim é status superior a "sir". E se antes somente uma pessoa poderia lançar um cd póstumo denominado "Legend", também posso afirmar que esta também era uma das únicas que merecia ser chamada, por mim, de "tio".
Michael Jackson é o unico ser com quem eu já me peguei imaginando a seguinte cena: antes do show começar, a porta do camarim entreaberta e lá estava Michael, sentado no banquinho, talvez um pouco pensativo, esperando a hora do show começar. Sim, vamos ignorar os prováveis 500 seguranças e mais 80 pessoas lá dentro do negócio. Retomando: Michael sentado, olhava para o chão, talvez um pouco triste. Eu entro lá sem que ninguém me veja, chego perto e falo baixo: "Michael, eu acredito em ti." E peço um abraço. E, claro: "Me ensina a fazer o moonwalk? RSRS"
Claro que eu tenho noção de que essa situação seria impossível. O fato é que agora eu tenho certeza disso, pois ele não está mais entre nós. Mas em algum lugar está, e inventando uns passos legais com Gesus.
O post dedicado termina com, talvez, a maior homenagem espontênea ao Mito já exibida na televisão brasileira. Ao menos a mais genuína delas. Atalho para o tubão:


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